ATTAC Portugal

O mundo não está à venda

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    A ATTAC foi criada em França em 1998 com o objectivo de se bater pela implementação da Taxa Tobin, um instrumento de regulação dos mercados cambiais.
    Desde essa altura a ATTAC alargou em muito o seu âmbito de actuação e constituiu uma rede de plataformas em vários países por todo o Mundo.
    A ATTAC-Plataforma Portuguesa foi criada em 1999. Em Dezembro de 2002 realizou o seu primeiro Encontro Nacional, do qual sairam os estatutos e programa de acção.
    Aqui, como em todo o mundo, a ATTAC bate-se por uma globalização solidária, contra a guerra, a exploração e a discriminação.
    Esta é uma luta de milhões, em que cabe sempre mais um(a).

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Abaixo-Assinado a favor da libertação de Mohamed Yousfi

Publicado por ptattac em 21/02/08

A ATTAC-Marrocos lançou um abaixo-assinado on-line a exigir a libertação de Mohamed Yousfi e todos os presos de consciência em Marrocos.

Tradução:
LIBERDADE PARA MOHAMED YOUSFI E TODOS OS PRESOS DE CONSCIÊNCIA EM MARROCOS

Nós, activistas e simpatizantes da ATTAC de todo o mundo, recebemos com consternação a notícia da condenação a um ano de prisão pelo Supremo Tribunal de Marrocos do nosso camarada Mohamed Yousfi, secretário da secção de Beni Mellal da ATTAC, e de dois colegas, Abdelkbir Rabaaoui e Brahim Ahnsal, por terem exercido o seu dever de solidariedade para com os activistas presos após as manifestações de 1 de Maio de 2007. Estes activistas encontram-se detidos nas prisões de Alcácer-Quibir e Agadir, cumprindo penas que vão de um a quatro anos, por causa dos slogans que entoaram nas manifestações de 1 de Maio. Nas próximas semanas vai-se realizar mais um julgamento, de sete outros activistas, incluindo Mohamed Bougrine, de 72 anos, incarcerado após a decisão do Supremo Tribunal a favor da revisão do julgamento.
Nós, os abaixo-assinados, estamos chocados com a severidade das sentenças e exigimos a libertação imediata do nosso camarada Mohamed Yousfi, de Mohamed Bougrine, e de todos os activistas presos após as manifestações de 1 de Maio em Alcácer-Quibir, Agadir e Beni Mellal, que se limitaram a exercer um direito cívico elementar – expressar em público e de forma pacífica opiniões e reivindicações sociais.

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