ATTAC Portugal

O mundo não está à venda

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    A ATTAC foi criada em França em 1998 com o objectivo de se bater pela implementação da Taxa Tobin, um instrumento de regulação dos mercados cambiais.
    Desde essa altura a ATTAC alargou em muito o seu âmbito de actuação e constituiu uma rede de plataformas em vários países por todo o Mundo.
    A ATTAC-Plataforma Portuguesa foi criada em 1999. Em Dezembro de 2002 realizou o seu primeiro Encontro Nacional, do qual sairam os estatutos e programa de acção.
    Aqui, como em todo o mundo, a ATTAC bate-se por uma globalização solidária, contra a guerra, a exploração e a discriminação.
    Esta é uma luta de milhões, em que cabe sempre mais um(a).

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Activista da ATTAC-Marrocos preso

Publicado por ptattac em 20/02/08

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No dia 1 de Maio de 2007, Mohamed Yousfi e Abderrahman Aji, membros da ATTAC-Marrocos, participaram numa manifestação, em solidariedade com sindicalistas e membros de várias associações. Juntamente com outros oito militantes da Associação Marroquina dos Direitos Humanos, foram por isso condenados a um ano de prisão. A 6 de Fevereiro o Supremo Tribunal Marroquino confirmou a sentença.
Marrocos tornou-se assim o único país em que membros da rede ATTAC se encontram detidos, e com penas pesadas, por exprimirem opiniões e posições, exercerem o dever de cidadania e defenderem os direitos de todos.
Até hoje, o estado marroquino ignorou as importantes mobilizações que ocorreram em Marrocos a este respeito, bem como os reiterados apelos de numerosas organizações de direitos humanos (como a Amnistia Internacional ou a FIDH), das diferentes associações nacionais que integram a ATTAC, e do Comité Internacional de Solidariedade, a favor da libertação dos detidos no 1º de Maio.
Na reunião das ATTAC da Europa, que se realizou em Paris entre 11 e 13 de Janeiro de 2008, foi feito um apelo ao governo marroquino para agir em conformidade com as convenções internacionais relativas aos direitos humanos fundamentais que subscreveu – libertando de imediato estes 10 cidadãos condenados por delito de opinião e pondo termo à perseguição a sindicalistas e activistas associativos. O apelo em português, que foi enviado a ao Embaixador de Marrocos em Portugal, pode ser lido aqui.

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